Lagar de Azeite "Casa do Cabo"

Lagar de Azeite "Casa do Cabo" Lagar de Azeite da "Casa do Cabo" João II, junto do Imperador do Japão. Foi em 1993 que o atual proprietário o adquiriu.

O Lagar de Azeite da "Casa do Cabo", situa-se em Cortiçô - Fornos de Algodres, na Rua do Cemitério, junto a uma casa de habitação com algumas caraterísticas solarengas, designada "Casa do Cabo", outrora pertencente aos "Magalhães". Nela nasceram pessoas importantes para a região e para o País, destacando-se, dentre estas, um Padre Jesuíta que foi Embaixador de Portugal, ao serviço do nosso monarca

, D. Esta Região e, em especial, Cortiçô, possui caraterísticas edafo-climáticas únicas que lhe permitiram, ao longo de séculos e até milénios, fazer prosperar o olival e a produção de azeite de altíssima qualidade. Estas marcas históricas podem confirmar-se nos seculares troncos das oliveiras, alguns deles esventrados de lenha pelo rigor dos elementos e pelo incontável número de Janeiros em que gerações de homens e mulheres as despojaram dos seus preciosos frutos. Foi assim que, há muitos séculos, associado à exploração agrícola dos senhores da "Casa do Cabo", nasceu o lagar de azeite com o mesmo nome. Crê-se que, a avaliar por diversos vestígios, não teve sempre a mesma localização, havendo, contudo, a certeza de que, a partir de 1690 (após o fim da guerra com Espanha e a consequente estabilidade política e económica, assim como com alguma eventual riqueza gerada com a chegada das primeiras remessas de ouro do Brasil), o Lagar passou a ocupar o local onde ainda hoje se encontra. Em 1966/67, quer pelo fato de os caseiros deixarem de residir na Casa, quer, sobretudo, pelas exigências higio-sanitárias (proibição da tração animal na obtenção da moenda), às quais os então proprietários, talvez por dificuldades económicas e claro desinteresse, não conseguiram adaptar-se, o Lagar encerrou as suas portas, acontecendo o mesmo a um outro existente na localidade, deixando uma aldeia com grandes tradições olivícolas, desprovida dos seus principais pilares da economia local. Estava abandonado, com a maioria das peças fora do seu lugar e dispersas e perdidas pelo espaço circundante, tendo servido de estábulo de animais e abandonado ao ponto de parte da cobertura já ter ruído. Os anos que se seguiram foram decisivos para este ícone da História da Produção de Azeite. Com enorme dedicação e estoicismo, foi reposta e melhorada a cobertura, as peças dispersas reagrupadas e recolocadas nos respetivos lugares, o madeirame foi limpo e tratado, culminando o processo de musealização com uma profunda limpeza geral. Parecia outro, apesar de algumas peças terem desaparecido para todo o sempre, sem possibilidades de substituição credíveis. Desde então e até à presente data, o Lagar tem sido alvo de constantes melhorias e também de várias visitas de estudo por parte de escolas de diversos pontos do País, especialmente daquelas cujos Srs. Professores conhecem a Região e são sensíveis às questões etno-culturais. Em 2010, após ter sido efetuado um avultado investimento na preservação e melhoria do olival tradicional que integra a exploração agrícola adquirida, inicou-se a construção de um Lagar de Azeite que, embora da tipologia vulgarmente conhecida por "Lagares de Quinta", encerra o que de tecnologicamente mais avançado existe no processamento de azeitona e extração de azeite. Este novo lagar é contíguo ao acima referido, permitindo que visualmente se confontem e comparem séculos de história e de tradições na produção de azeite. Culminando todo este processo e confirmando a tese de que esta localidade está, desde tempos remotos, ligada à olivicultura e à produção de azeite, foi descoberto, apenas a cerca 60 metros deste local, um lagar de azeite datado do Sec. I D.C., ou seja do período da ocupação romana, que, pacientemente, aguarda uma intervenção arqueológica por parte das entidades públicas, dado que se situa numa via pública, em local então estrategicante preservado. Talvez um dia, as agora dificuldades financeiras sejam debeladas, possibilitando a valorização e disponibilização ao público de tais vestígios. Como poderá verificar-se, estamos perante 2000 anos de história do azeite e do olival. Prevemos que, a muito curto prazo, estaremos a engarrafar o azeite de altíssima qualidade aqui produzido, certamente com certificação DOP, levando às pessoas e ao Mundo, em cada uma das garrafas, um pedaço de ruralidade e de sonho. Definitivamente, transformamos azeitona não só em azeite, mas também em História e histórias, que são a essência e a Alma do Povo que a produz.

Caros Amigos;Pedindo sinceras desculpas por não o termos feito antes, (mais vale tarde que nunca …!!) queremos apresenta...
25/12/2021

Caros Amigos;

Pedindo sinceras desculpas por não o termos feito antes, (mais vale tarde que nunca …!!) queremos apresentar os nossos sinceros agradecimentos a todos os que decidiram honrar-nos com a transformação das suas azeitonas no nosso Lagar.
Já não havia memória de um ano tão produtivo em termos de azeitona e azeite. A qualidade, porém, ficou-se pela mediana, uma vez que um violento ataque de gafa deu origem à queda, necrose e mumificação de muitos frutos, afetando a qualidade do produto final, levando até, em muitos casos, à desfoliação das oliveiras.
Foi extenuante, confessamos! E não fora a nossa vontade férrea de bem servir quem nos visita, estaríamos quase a desistir por cansaço …!
Fica-nos, contudo, em jeito de consolação, o bom rendimento da azeitona, assim como a generosas quantidades de azeite obtido.
Resta-nos agradecer, uma vez mais, a todos aqueles que nos concederam a oportunidade de os servir, confiando em nós a transformação das suas azeitonas naquele que, para nós e para cada vez mais pessoas, é, de facto e incontestavelmente, o melhor azeite da Região, em cuja produção aplicamos as melhores técnicas e procedimentos, a máxima higiene e o maior respeito pelas azeitonas e pelo trabalho de quem as cultiva.
Apresentamos a todos e, de um modo especial, aqueles a quem servimos nesta campanha olivícola, os nossos sinceros votos de BOAS FESTAS e de um ANO DE 2022, repleto de SAÚDE, PAZ, SUCESSO E PROSPERIDADE!
E, claro, sempre com bom azeite …!!

Estamos às portas, Caros Amigos, de mais uma campanha olivícola.Desta vez, assoberbados com as preocupações decorrentes ...
15/11/2020

Estamos às portas, Caros Amigos, de mais uma campanha olivícola.
Desta vez, assoberbados com as preocupações decorrentes da Covid 19 e, também, com a má qualidade da generalidade da azeitona, especialmente daquela que não foi objeto de qualquer tratamento.
De facto, nos meses de setembro e outubro, aconteceram alguns ataques violentos da mosca da azeitona, o que, para além dos prejuízos diretos, potenciou, também, o ataque e a dispersão do fungo da gafa causado pelas chuvas e humidade, que têm persistido neste outono.
Prevê-mos, assim, que a qualidade do azeite não esteja ao nível dos anos anteriores.
Pela nossa parte, tratámos a maior parte dos nossos olivais, o que, à partida, nos dá algumas garantias de manutenção da mesma qualidade de sempre.
A quem não tratou, aconselhamos uma colheita o mais precoce possível, a fim de evitar a perda total da azeitona.
É já no próximo dia 20 do corrente mês que iremos iniciar mais uma campanha lagareira. Cá esperamos por vós e, asseguramos, será uma honra receber-vos nas nossas instalações, onde tudo faremos para vos servir
Tendo em conta a atual situação de pandemia, nas nossas instalações será obrigatório:
- O uso de máscara e distanciamento social;
- A desinfeção das mãos;
- A permanência apenas pelo tempo estritamente necessário para a entrega da azeitona e / ou para o levantamento do azeite.
Então, a partir do dia 20, esperamos por vós.
Até lá, votos de boa saúde! Vamos proteger-nos e manter-nos em segurança, contudo, sem deixar de trabalhar, pois a azeitona não esperará....!!

Na senda da nossa preocupação com a preservação da biodiversidade, especialmente no que toca a frutos tradicionais e ori...
09/08/2020

Na senda da nossa preocupação com a preservação da biodiversidade, especialmente no que toca a frutos tradicionais e originários da nossa Região, divulgamos hoje dois belíssimos espécimes por nós tratados e, desde há muito tempo, por nós pacientemente preservados..., sem necessidade de qualquer festival para o efeito...!!
No Concelho de Fornos de Algodres, especialmente nas freguesias situadas na margem esquerda do Mondego, são conhecidos como "melões de Vila Soeiro do Chão", os quais, infelizmente, até já na freguesia de origem, deixaram de ser cultivados...! Enfim..., sinais dos tempos...
Já os provámos e, acreditem, estvam deliciosos e soberbamente equilibrados em termos de textura, "açúcar" e "água"...
Obrigado, Vila Soeiro do Chão, por, durante tantos anos, teres preservado tamanha preciosidade...!!

Já muito se disse e escreveu sobre o período crítico que, algo sobressaltados e até incrédulos, estamos a atravessar. E ...
06/04/2020

Já muito se disse e escreveu sobre o período crítico que, algo sobressaltados e até incrédulos, estamos a atravessar. E opiniões sobre o COVID 19, há muitas por aí e para todos os gostos.
Resta-nos, pois, na dúvida e para salvaguarda da nossa saúde, pessoal e coletiva, seguir os conselhos e recomendações das Autoridades de Saúde.
E, assim, eis-nos relegados para o confinamento – ou isolamento social – e para aquilo que, um tanto abusivamente, se passou a designar por quarentena.
Mas, à boa maneira portuguesa, há sempre um lado positivo neste cenário apocalíptico!
De facto, privados de algumas das nossas rotinas e com imenso tempo para ocupar, porque não fazer pequenas coisas para as quais, em condições normais, jamais encontraríamos o tempo necessário?
E foi no meio destas lucubrações que decidimos procurar no Baú da História algo que nos fizesse sentir que estamos vivos e compreender um pouco mais a nossa existência coletiva. E deparámo-nos com este recorte de jornal!
Sim! Foi (apenas) há 60 anos que Cortiçô, Vila-Chã e Muxagata beneficiaram das comodidades da eletricidade e da iluminação pública!
Neste Mundo, digital, agitado e próspero, mas também individualista e obcecado com o sucesso e com o consumo desenfreado, parece-nos irreal que toda a tecnologia que nos rodeia e que a globalização que nos atribui a cidadania universal, se esvairiam no tremeluzir luminoso do humilde candeeiro de petróleo ou da odorífera candeia de azeite…!
Afinal, foi mesmo apenas há sessenta anos…!

17/11/2019

Chegou o momento do início da Campanha 2019/2020...!
Está tudo a postos... e as azeitonas esperam-nos!

Tudo indica que a safra será generosa, assim a meteorologia nos conceda umas tréguas e nos permita efectuar a colheita sem sobressaltos.

Contudo, a qualidade do azeite poderá ser algo inferior à da última campanha, uma vez que os olivais da região sofreram violentos ataques da mosca da azeitona durante todo o mês de Setembro. E todos os que não tratam devidamente os seus olivais contra aquela praga, estão, neste momento, a braços com um problema sério:- Com as chuvas dos últimos dias, as azeitonas atacadas, depois de uma maturação precoce e forçada, acabaram por cair. Mas, mais grave, os restantes frutos, que permaneceram na árvore, alguns também atacados e outros não, estão extremamente vulneráveis à gafa, uma doença que se desenvolve e propaga com a humidade e a chuva, na fase de mudança de cor das azeitonas. E como as chuvas e a humidade têm sido uma constante, as azeitonas picadas constituem um alvo fácil para aquela doença, que as “apodrece”, desenvolvendo e propagando o fungo que as faz cair com a chuva e as faz necrosar (mirrar) com o tempo seco e com o vento que designamos por “Suão”, resultando delas um azeite de péssima qualidade.

Pela parte que nos toca, nós tratámos os nossos olivais. Mas tendo em conta a persistência do tempo húmido, vamos antecipar a colheita, pois a variedade galega, predominante na nossa região, é, de todas, a mais vulnerável à gafa. E nem mesmo os tratamentos têm uma eficácia digna de registo, por isso, aconselhamos a todos os nossos amigos e utilizadores do nosso Lagar a efectuarem uma colheita precoce das suas azeitonas, que é o que se recomenda nestas situações, sob pena de correrem o risco de perder a colheita quase na sua totalidade ou de obterem um mau azeite.

E, assim sendo, o nosso LAGAR começará a produzir o melhor azeite da Região, a partir de amanhã, dia 18 de Novembro. Até lá!
BOM TRABALHO!

Como nem só de azeite vive o Homem ..., falemos, hoje, de maçãs .... !!Para quem não sabe, nós coleccionamos variedades ...
05/08/2019

Como nem só de azeite vive o Homem ..., falemos, hoje, de maçãs .... !!
Para quem não sabe, nós coleccionamos variedades de maçãs, especialmente as variedades tradicionais, que quase já ninguém conhece nem cultiva...! É uma outra forma de preservarmos a nossa biodiversidade, as nossas tradições e, ao fim e ao cabo, a nossa cultura...!
E, assim, temos connosco cerca de quarenta variedades diferentes destes apetitosos e saudáveis frutos. Quem já ouviu falar de maçãs de S. João, Pé de Boi, Porta da Loja, Pipo de Basto, Camoesa, Olho Aberto, Riscadinha de Palmela, entre tantas outras...??
Hoje, temos para mostrar ao Mundo seis maçãs de S. João, as quais, em conjunto,pesam, "apenas", 3,1 Kg,,,! Aliás, duas delas pesam 1,2 kg....!!
No total e em média, cada maçã pesa mais de 0,5 Kg...!!!
Fiquem com as fotografias e, ... não as podendo saborear, admirem-nas .... !!

Metam gosto nesta página para acompanharem o destino desta humilde, mas trabalhadora empresa: Aproffal
22/07/2019

Metam gosto nesta página para acompanharem o destino desta humilde, mas trabalhadora empresa: Aproffal

Tal como nos anos anteriores, também em 2019 a Aproffal apresentou uma candidatura junto do Instituto Português do Desporto e da Juventude, ao Programa Voluntariado Jovem Para a Natureza e Florestas.
A nosso Projecto designa-se "FAUNA" - Fornos de Algodres, Uma Natureza Animal - e visa familiarizar os nossos jovens com a fauna da região, através da sua observação, fotografia (quando possível), monitorização e descrição das principais espécies que a integram...
Temos quatro Projectos aprovados, com dois jovens para cada um deles:
O FAUNA 1 - destinado às Aves - de 01/07 a 15/07;
O FAUNA 2 - destinado aos Mamíferos - de 16/07 a 31/07;
O FAUNA 3 - destinado aos Répteis e Batráquios - de 01/08 a 15/08;
O FAUNA 4 - destinado aos Insectos - de 16/08 a 31/08.

INSCREVE-TE...!
VEM APRENDER, DIVERTIR-TE E CONHECER MELHOR A FAUNA DO TEU CONCELHO E DA TUA REGIÃO...!

Nota: a inscrição é feita on line, na página da internet do IPDJ, até 5 dias antes do início de cada Projecto. :)

Abandonando o “modo” Festa em que vivemos nestes últimos dias, falemos, uma vez mais, … de azeite …! Que mais houvera de...
28/06/2019

Abandonando o “modo” Festa em que vivemos nestes últimos dias, falemos, uma vez mais, … de azeite …! Que mais houvera de ser...!?
E, se dúvidas restavam quanto à qualidade superior do nosso azeite, desta vez dissiparam-se, para todo o sempre!
Tal como o algodão, as análises não enganam. O nosso azeite, para além de não apresentar quaisquer defeitos, tem apenas 0,17% de acidez...! Já para não falarmos nos aromas que apresenta nas provas sensoriais...! E pensarmos nós que o azeite com acidez entre 0,25% e 0,5% – o tal Virgem Extra, tão venerado pelos consumidores – era o melhor...!!
Já agora, a talho de foice, pedimos, encarecidamente, a todos os apreciadores de azeite (e aos nossos amigos em especial...!) que, jamais, seja em que circunstância for, digam que um qualquer azeite tem acidez, depois de o provarem ou utilizarem nos seus cozinhados...!!
Se soubessem a “ignorância” que isso representa, nem se atreveriam a pensar em tal dislate...!
É que a acidez (quantidade de ácido oleico) existente no azeite é o único parâmetro de avaliação que não pode ser aferido sensorialmente...! Só com análises laboratoriais é possível determinar a maior ou menor acidez do azeite...! Agora, imaginem, o disparate que é dizer que um azeite tem acidez só porque, ao paladar, apresenta alguns travos característicos, a maioria dos quais nem defeitos são...!
Dependendo de diversas variáveis (época de colheita, da cultivar, dos métodos de extracção, entre outras..), o azeite apresentará mais ou menos intensidade e variedade de aromas, como frutado, verde, “relva cortada”, “couve galega/caldo verde”, picante, maduro, frutos secos, entre tantos outros...! Mas, atenção, isto são propriedades “boas” do azeite...! Não são defeitos e …, muito menos, acidez …!! Depois, a escolha é feita de acordo com os gostos e paladar de cada um...!
Defeitos são o ranço, a tulha, o avinagrado, o bolor, entre outros menos importantes. E estes, sim! São detectados, não com análies laboratoriais, mas com provas sensoriais e gustativas...!

Esperamos, sincera e humildemente, com estas pequenas advertências, ter contribuido para um maior conhecimento e para uma abordagem mais sensata e sabedora à degustação deste produto ímpar, que a generosidade da Mãe Natureza e a arte e engenho do Homem colocam à nossa disposição.

Longe do fulgor e do fervor religioso de outras épocas, celebramos, hoje, dia 26 de junho, o nosso Padroeiro, S. Pelágio...
26/06/2019

Longe do fulgor e do fervor religioso de outras épocas, celebramos, hoje, dia 26 de junho, o nosso Padroeiro, S. Pelágio...!
De facto, os sinais dos tempos são indeléveis e, aparentemente, irreversíveis:- Desertificação rural, envelhecimento da população, com muitos desses mais idosos amontoados em Lares e instituições quejandas, os (poucos) jovens, muitos deles ainda a braços com tarefas escolares, desinteressados e afastados do espírito religioso e de Fé em que assenta , ou deveria assentar, este tipo de celebrações, adultos activos no desempenho das suas profissões, que, há muito tempo, deixaram de ser exclusivamente rurais e agrícolas, e que, por isso, os deixa sem tempo e flexibilidade para se empenharem e viverem as tradições e a Fé dos seus avoengos, na qual, eles próprios, foram, também, baptizados!
Com este cenário, acende-se nos espíritos dos que por aqui ainda vão ficando um certo saudosismo confrangedor e, até algum desalento, perante uma Celebração com o Adro da Igreja vazio, algumas clareiras nas bancadas e uma Procissão que, apesar de hoje estar razoavemente composta, desde há muito que deixou de ser “a perder de vista”...!
Resta-nos, pois, pecorrer os nossos Caminhos da Fé, ancorados na Esperança que nos alenta, servindo os outros com a Caridade das nossas orações e da nossa ajuda, material e espiritual.

QUE O MÁRTIR S. PELÁGIO PROTEJA A NOSSA COMUNIDADE E ABENÇOE E GUIE OS NOSSOS JOVENS!

04/02/2019
17/01/2019

Endereço

Cortiçô/Fornos De Algodres
Fornos D' Algodres
6370-031CORTIÇÔ

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