Polinor - Polimeros do Nordeste

Polinor - Polimeros do Nordeste A Polinor Negócios Digitais é uma empresa atuante no mercado digital no Brasil, como produtora de conteúdos ,produtos digitais e e-commerce.

A POLINOR – Fernandes Polímeros do Nordeste Ltda. nasceu com a proposta de agregar valor ao mercado de reciclagem de polímeros no Nordeste do Brasil, tornando-se referência no segmento. A empresa possui fundadores experientes em diversas áreas e conta com uma equipe extremamente qualificada, que para atender a demanda de um mercado competitivo, passam por treinamentos constantemente para garantir

a qualidade dos serviços prestados. A POLINOR baseia sua produção na revalorização de diversos tipos de polímeros. Resumidamente, o processo de produção da empresa consiste em aquisição da matéria-prima, seleção e separação do material, moagem, lavagem e secagem, extrusão e granulação do produto final. Após estes processos, a matéria final está pronta para ser reutilizado no mercado que dará uma nova forma ao produto reciclado.

18/09/2022
Porta de PVC automatizada é destaque da Gaia/Kömmerling na InfoCommUm dos 30 parceiros da fabricante alemã de esquadrias...
19/05/2015

Porta de PVC automatizada é destaque da Gaia/Kömmerling na InfoComm

Um dos 30 parceiros da fabricante alemã de esquadrias de PVC, Kömmerling, a empresa gaúcha Gaia Indústria e Comércio está apresentando uma porta automática de correr, com acabamento amadeirado, durante a InfoComm – Feira de Sistemas Prediais e Automação Residencial -, de 12 a 14 de maio, no Salão Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, em São Paulo.

O sistema permite o uso de vidros simples e duplos com até 28 mm e é dotado de borrachas EPDM, garantindo isolamento termoacústico. Também se destaca pelo reforço metálico interno em aço e pelo tratamento da vedação, sendo recomendado para uso em regiões litorâneas, segundo o fabricante. “Nossa expectativa é despertar o interesse do mercado, oferecendo aberturas de PVC integradas com a automação”, faz questão de ressaltar Joel Sedrizzi, gerente comercial da Gaia.

Segundo Priscila Oliveira Andrade, gerente de vendas da Kömmerling, a disponibilidade de perfis de PVC no padrão madeira é uma opção que avança em novas obras no Brasil, tendo em conta que a mão de obra de manutenção de esquadrias de madeira está cada vez mais escassa e cara.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

Feira PLAST 2015, em Milão: resultado positivo e uma data para 2017A décima sétima edição da feira PLAST chegou ao fim. ...
19/05/2015

Feira PLAST 2015, em Milão: resultado positivo e uma data para 2017

A décima sétima edição da feira PLAST chegou ao fim. A Feira Trienal Internacional de Plásticos e Borracha é um dos eventos mais importantes para a indústria e o mais aguardado na Itália. Os resultados da PLAST deste ano, em termos de visitantes e expositores, foram muito positivos. O número total de visitantes é semelhante ao da PLAST 2012, em aproximadamente 50.000, com mais de um terço vindo do exterior: na maior parte, de todos os países da Europa, EUA e da Ásia.

O alcance internacional da feira é confirmado tanto pela porcentagem de visitantes do exterior, superando os níveis de 2012, como pelas muitas delegações de outros países (40 delegações e um total de 300 delegados), satisfeitos com as reuniões realizadas durante a Feira.

Houve uma ligeira queda no número de visitantes italianos com relação à edição anterior, mas este fato há havia sido previsto pelos organizadores, os quais ressaltaram que, apesar das dificuldades econômicas que as empresas estão enfrentando, a PLAST 2015 demonstrou um bom nível de vitalidade, tanto em termos de contatos de negócios como de número de expositores (1558).

Mario Maggiani, diretor da Promaplast, entidade organizadora da PLAST, já imaginou as diretrizes para a próxima edição, que fará uma exceção à regra de três anos e acontecerá em 2017 (26 a 30 de setembro). As três feiras-satélites – borracha, impressão 3D e Start Plast – vão se tornar permanentes e novas áreas temáticas já estão em fase de desenvolvimento.

“Graças em parte aos pedidos dos expositores ou potenciais expositores, agora que a feira deste ano terminou, vamos voltar direto para o trabalho para ficar um passo à frente e abraçar as novas oportunidades de negócios e as novas fronteiras tecnológicas do nosso mundo”, comenta Maggiani. ” Estaremos organizando uma série de áreas temáticas representando o futuro, uma dos quais será a reciclagem. É um setor onde recursos financeiros significativos estão sendo investidos e as empresas italianas têm sempre estado na vanguarda da inovação. O outro grande tema no qual queremos dedicar mais espaço são os compósitos, que estão encontrando aplicações, incluindo aplicações de nicho, tirando proveito dos benefícios dos plásticos combinados com agentes de reforço. Estes são materiais avançados usados em indústrias de ponta, tais como automotivo, aeroespacial, aeronáutica, construção naval: todos os setores em que a indústria italiana é líder mundial.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plast 2015

Materiais da Solvay estimulam avanços inovadores no “Polimotor 2”, motor automotivo totalmente de plásticoA Solvay está ...
19/05/2015

Materiais da Solvay estimulam avanços inovadores no “Polimotor 2”, motor automotivo totalmente de plástico

A Solvay está assumindo um papel de liderança no desenvolvimento do motor automotivo totalmente de plástico Polimotor 2, que será testado em um carro de corrida no próximo ano para demonstrar as exclusivas e avançadas tecnologias de polímeros especiais da empresa, que ajudam a tornar mais leves os motores com a substituição de metais.

O projeto colaborativo vai abrir caminho para avanços inovadores em futuros veículos comerciais. Os motores automotivos são normalmente feitos inteiramente de metal e são a parte mais pesada em um carro. O projeto Polimotor 2 tem como objetivo desenvolver um motor que pesa cerca de 41 kg ou 40% menos do que o peso do motor padrão de produção atual, entre 63 a 67 kg.

A Solvay é a líder do setor em polímeros especiais para a indústria automotiva, que cada vez mais depende dos materiais ultraresistentes da empresa para substituir peças de metal em aplicações no exterior, interior e sob o capô do veículo e ao mesmo tempo atender as regulamentações mais rígidas em relação a combustíveis e emissões.

“O projeto Polimotor é uma oportunidade pioneira para a Solvay Specialty Polymers avançar com suas inovações e expandir sua oferta de materiais que ajudam a reduzir o peso dos veículos”, disse Augusto Di Donfrancesco, presidente da Unidade Global de Negócios Specialty Polymers do Grupo Solvay. “Através desta parceria, vamos desafiar ainda mais nossos limites, mostrando que os nossos polímeros de alto desempenho são soluções para a redução de peso e do consumo de combustível, além de um fator importante na diminuição das emissões de CO2”, disse.

No Polimotor 2, a Solvay irá substituir até dez componentes de metal do motor – incluindo bomba de água, bomba de óleo, válvula de entrada/saída de água, corpo da borboleta, galeria de combustível, engrenagens do eixo de comando de válvulas e outros – com peças feitas a partir de sete de seus polímeros especiais de alto desempenho.

O motor Polimotor 2 de quatro cilindros e duplo comando de válvulas será instalado em um carro conceito Norma M-20, para a corrida de competição na pista de Lime Rock Park, em Connecticut (Estados Unidos), em 2016. A Solvay contribuiu com um papel importante para o sucesso do primeiro motor Polimotor, concebido pelo engenheiro americano Matti Holtzberg, no início de 1980.

As tecnologias Solvay empregadas no motor incluem, poliamida-imida (PAI) Torlon®, poliftalamida (PPA) Amodel®, polieteretercetona (PEEK) KetaSpire®, poliariletercetona (PAEK) AvaSpire®, polifenilsulfona (PPSU) Radel®, sulfeto de polifenileno (PPS ) Ryton® e fluoroelastômeros Tecnoflon® VPL.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

27/01/2015

Indústria do plástico receia perda de competitividade do setor

O aumento do preço da energia previsto para 2015 deve reduzir ainda mais a competitividade do setor industrial do plástico no Brasil.

José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), manifesta sua apreensão com a tendência: “Enquanto lá fora a energia cai, aqui sobe. Nossos concorrentes terão acesso a energia, mão de obra e matéria-prima mais baratos do que nós”.

A indústria brasileira de plásticos registrou, no ano passado, um decréscimo de 2,7% na produção e de 6,45% no faturamento, segundo estimativa da entidade.

Em função desse quadro, Coelho afirma que o segmento poderá ampliar o número de demissões em 2015. Em 2014, 3.000 vagas foram fechadas – a indústria de plásticos emprega cerca de 353 mil pessoas.

“Em um primeiro estágio de crise, as empresas dispensam o mínimo possível, porque não querem perder o pessoal treinado. No segundo estágio, os desligamentos tendem a ser mais numerosos”, afirma o presidente da Abiplast.

Coelho diz também que as empresas brasileiras do setor de transformação de plástico ainda não sentiram o impacto da queda no preço do petróleo (do qual é derivada a nafta, que é usada na fabricação de resinas plásticas).

“No Brasil, praticamente só existe uma fornecedora [a Braskem] de matérias-prima plásticas. É difícil a negociação [de preços] chegar a nós.”

Por meio de nota, a Braskem informou que, desde o mês de dezembro, os preços das resinas plásticas no mercado brasileiro são ajustados de acordo com a tendência internacional. Acrescentou ainda que o alinhamento de preços na cadeia “varia ao longo do tempo, a depender do volume de estoques, equilíbrio de oferta e demanda por produto e por região, oscilações das taxas de câmbio, entre outros fatores”.

Fonte: Abiplast / Folha de São Paulo

16/01/2015

BASF e Schuster desenvolvem papelão reciclado para embalagens de fast food

O biopolímero ecovio® torna o uso do papelão reciclado seguro e ambientalmente correto agindo como uma barreira contra a gordura e migração de substâncias
O ecovio® PS 1606 da BASF é biodegradável e de base biológica

A BASF e a “Feinpappenwerk Gebr Schuster GmbH & Co. KG” estão trabalhando juntas em uma solução de uma barreira contra a migração de substâncias e gordura no papelão reciclado. O biopolímero ecovio® PS 1606 é aplicado ao papelão reciclado em um processo de revestimento por extrusão. Tal procedimento permite que a proporção de fibras de papel reciclado na embalagem de fast food aumente e ao mesmo tempo faz com que o material se torne industrialmente compostável.

Impermeabilidade às gorduras, retenção de líquidos e resistência à migração de substâncias

Isto é possível através da utilização do ecovio® PS 1606, um biopolímero da BASF. O ecovio® tem base biológica e é biodegradável de acordo com a norma técnica americana ASTM 6400 e a norma técnica europeia EN 13432. O revestimento de polímero aplicado ao papelão é bem mais fino do que um fio de cabelo humano, mas, no entanto, fornece excelente proteção às embalagens contra a potencial migração de substâncias indesejadas, oferecendo simultaneamente impermeabilidade às gorduras e retenção de líquidos. As embalagens de papelão produzidas dessa forma são mais que 90% biológicas, recicláveis e industrialmente compostáveis.

Os revestimentos de barreiras tradicionais estão perdendo cada vez mais a aceitação entre os clientes, pois eles dificultam a reciclagem ou compostagem de embalagens de fast food usadas. Entretanto, o uso de papelão reciclado para as embalagens de fast food é limitado, pois as substâncias podem migrar da embalagem para os alimentos. Muitas tintas de impressão contêm óleos minerais, plastificantes ou mesmo resíduos de componentes de tinta de impressão UV. Os resíduos de tinta de impressão não são removidos completamente quando se recicla as fibras de papel. Quando estes substratos são utilizados para embalagens de alimentos, os resíduos podem migrar do papelão para o alimento, especialmente quando os alimentos são embalados quentes, ou, se eles são gordurosos ou líquidos. É por isso que as embalagens de fast food têm sido produzidas até agora principalmente a partir de materiais de fibras novas.

Um estudo realizado em 2011 pelo Laboratório Cantonal de Zurique mostrou que quantidades significativas de substâncias indesejáveis podem migrar para os alimentos a partir de embalagens de fast food que possuem potencial de migração. Os revestimentos clássicos de polietileno ou polipropileno não oferecem proteção adequada. O ecovio® PS 1606 oferece excelente proteção como um revestimento para a embalagem de fast food produzida com fibras recicladas. As medições feitas em um laboratório independente mostraram que não há lixiviação de contaminantes da embalagem à base de fibra reciclada para os alimentos quentes, gordurosos ou líquidos.

Papelão reciclado resistente à migração e ambientalmente correto

Das várias qualidades do papelão utilizado pela empresa Schuster-Karton, o revestimento com ecovio® permite que todos os tipos possíveis de embalagens fast food sejam fabricadas em conformidade com as normas de segurança alimentar e ambiental. Com isso, o desejo de muitos consumidores é realizado, pois eles sempre buscaram embalagens de fast food novas, sustentáveis e acimade tudo que preservem os recursos naturais.

Fonte: BASF

Cientistas criam filmes comestíveis para embalagensImagine colocar uma pizza no forno sem precisar retirar a embalagem p...
16/01/2015

Cientistas criam filmes comestíveis para embalagens

Imagine colocar uma pizza no forno sem precisar retirar a embalagem plástica. A película que a envolve é composta por tomate e, ao ser aquecida, vai se incorporar à pizza e fazer parte da refeição. Esse material já existe e foi desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Instrumentação (SP) que fizeram películas comestíveis de diferentes alimentos como espinafre, mamão, goiaba, tomate e pode utilizar muitos outros como matéria-prima. O trabalho de pesquisa foi desenvolvido no âmbito da Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano) e recebeu investimentos da ordem de R$200 mil.

“Podemos utilizar rejeitos da indústria alimentícia para fabricar o material, isso garante duas características de sustentabilidade: o aproveitamento de rejeitos de alimentos e a substituição de uma embalagem sintética que seria descartada”, afirma o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, pesquisador Luiz Henrique Capparelli Mattoso, que coordenou a pesquisa, ressaltando que o trabalho de desenvolver filmes a partir de frutas tropicais é pioneiro no mundo.

O material tem características físicas semelhantes aos plásticos convencionais, como resistência e textura, e tem igual capacidade de proteger alimentos. Porém, o fato de poder ser ingerido abre um imenso campo a ser explorado pela indústria de embalagens. Aves envoltas em sacos que contêm o tempero em sua composição, sachês de sopas que podem se dissolver com seu conteúdo em água fervente e muitas outras possibilidades.

A diferença está na matéria-prima. O plástico comestível é feito basicamente de alimento desidratado misturado a um nanomaterial que tem a função de dar liga ao conjunto. “O maior desafio dessa pesquisa foi encontrar a formulação ideal, a receita de ingredientes e proporções para que o material tivesse as características de que precisávamos”, conta o engenheiro de materiais José Manoel Marconcini, pesquisador da Embrapa que participou do trabalho.

Ele explica que os alimentos usados como matéria-prima passam pelo processo de liofilização. Trata-se um tipo de desidratação na qual, após o congelamento do alimento, toda a água contida nele se transforma do estado sólido diretamente ao gasoso, sem passar pela fase líquida. O resultado é um alimento completamente desidratado com a vantagem de manter suas propriedades nutritivas. Ela pode ser aplicada aos mais diferentes alimentos como frutas, verduras, legumes e até alguns tipos de temperos, o que explica a grande diversidade de matérias-primas comestíveis, o que imprime o sabor e a cor da embalagem.

Mattoso acredita que o plástico comestível também poderá contribuir para reduzir outro problema: o desperdício de alimentos. Além de resíduos em condições de uso que a indústria alimentícia não utiliza, há muitos vegetais que deixam de ser comercializados por não apresentar bom aspecto visual mesmo estando em condições de consumo. “Esses vegetais que iriam estragar na prateleira podem ser matéria-prima para a embalagem comestível”, acredita o especialista que já vislumbra parceiros entre as empresas do ramo para que os resultados alcançados em laboratório seja desenvolvido como produto comercial.

Para ele, a nova embalagem também pode receber matéria-prima de um mercado em franca expansão, o de alimentos prontos. Mattoso conta que esse é um ramo que produz muitos resíduos como cascas e pequenos pedaços. Ele dá como exemplo as chamadas cenouretes que são esculpidas em pequenos pedaços de cenoura. Para o especialista, as sobras desse processo poderiam virar matéria-prima para um plástico com a leguminosa.

Trabalho de 20 anos

O desenvolvimento do material foi fruto de um trabalho de duas décadas, quando começaram os estudos em ciência dos materiais na Embrapa Instrumentação. “No começo, a preocupação era utilizar materiais de fontes renováveis estudando alternativas aos polímeros sintéticos derivados do petróleo,” lembra Mattoso. Para isso, o grupo começou a adicionar fibras naturais a plásticos sintéticos gerando compósitos com os dois tipos de matéria-prima. “As fibras naturais têm componentes como celulose e lignina, chamados de polímeros naturais, pois suas macromoléculas são semelhantes aos polímeros sintéticos”, explica o pesquisador.

Sisal, algodão, juta, fibra de coco e bagaço de cana foram algumas fibras naturais testadas que entraram na composição desses materiais. Os compósitos resultantes apresentaram propriedades mecânicas várias vezes superiores aos plásticos sintéticos. Mattoso conta que, em ensaios de laboratório, eles se mostraram mais resistentes à tração e impactos, além de serem até três vezes mais rígidos que os polímeros 100% sintéticos.

Outra descoberta nessa pesquisa abriu uma oportunidade para o aproveitamento das sobras das indústrias de processamento de fibras naturais. “Para nossa surpresa, os resíduos coletados nas indústrias de processamento, como o pó das fibras naturais, possuíam as mesmas características que a fibra inteira,” diz o pesquisador. Isso significa que, para a formulação de compósitos, as sobras da indústria têm a mesma qualidade que a fibra natural inteira. Mattoso acredita que isso pode gerar um novo mercado a partir do aproveitamento de resíduos industriais do processamento do sisal, juta, coco, algodão e cana-de-açúcar.

A segunda etapa da pesquisa procurou elaborar um material feito totalmente de fontes renováveis, sem adição dos plásticos feitos de petróleo. Foram testados amido, polissacarídeos, derivados de celulose e proteínas para gerar novos materiais.

Antes de chegar ao plástico comestível, a equipe de pesquisa ainda desenvolveu polímeros biodegradáveis. Motivados pela demanda por embalagens que fossem absorvidas pelo ambiente em curto espaço de tempo, os pesquisadores conseguiram obter plásticos de materiais naturais com essa característica. Por fim, chegou a vez dos comestíveis, o que exigiu a incorporação de padrões mais elevados de segurança e higiene no processo de fabricação.

Os pesquisadores realizaram te**es adicionando quitosana, polissacarídeo formador da carapaça de caranguejos. Essa molécula natural tem propriedades bactericidas o que pode aumentar o tempo de prateleira dos alimentos.

Goiabadas vendidas em plásticos feitos de goiaba, sushis envolvidos com filmes comestíveis no lugar das tradicionais algas, perus vendidos em sacos feitos de laranja que vão direto ao forno e geleias em formato de ursinhos só que elaboradas com frutas naturais. Essas são algumas possibilidades imaginadas pela equipe de Mattoso para as aplicações da nova tecnologia.

Fonte: Embrapa

23/11/2014

CADE barra a aquisição da Solvay pela Braskem

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE reprovou, na sessão de julgamento do dia 12/11, a aquisição, pela Braskem S/A, da Solvay Indupa. As empresas são as duas únicas produtoras no mercado brasileiro de PVC, utilizado principalmente no setor de construção civil. O Tribunal do Cade entendeu que a operação criaria uma forte concentração por parte da Braskem nesses mercados, sem elementos que compensassem os potenciais impactos concorrenciais identificados.

O conselheiro-relator do caso , Gilvandro Araújo, explicou que a junção das empresas, líder e vice-líder no mercado de PVC na América do Sul, afetaria a competitividade dos produtos na indústria nacional, pois as importações não oferecem uma efetiva rivalidade aos comercializados no Brasil. Ao longo da instrução, identificou-se que a importação dos produtos apresenta uma série de desvantagens competitivas, como períodos de entrega mais longos e custos mais elevados.

Segundo o relator, a ausência de uma rivalidade mais efetiva no mercado brasileiro de PVC teria potencial para gerar um eventual exercício de poder de mercado pelas requerentes, com a possibilidade de ocorrer elevação de preços ao consumidor.

“Como não foram apresentadas propostas pelas requerentes com soluções que diminuíssem as preocupações concorrenciais vislumbradas, principalmente no que se refere ao excesso de poder de mercado que a Braskem teria em decorrência da aquisição da sua principal concorrente, o Conselho decidiu por não aprovar a operação nos termos como foi notificada”, concluiu o conselheiro Gilvandro Araújo.

A Braskem havia anunciado a compra da Solvay Indupa em dezembro do ano passado. A Solvay Indupa tem duas unidades industriais integradas, uma em Santo André, na região metropolitana de São Paulo, e outra em Bahía Blanca, na província de Buenos Aires, na Argentina.

O negócio, estimado em quase US$ 300 milhões, reforçaria a posição de mercado da Braskem no mercado de vinílicos no Brasil e na Argentina, ao quase dobrar a capacidade de produção de PVC do grupo brasileiro para 1,25 milhão de toneladas anuais.

Braskem considera decisão prejudicial à indústria brasileira

Segundo a Braskem, que já é a maior produtora de resinas plásticas das Américas, “a partir experiência adquirida na sua atuação no mercado de PVC ao longo dos últimos 35 anos, a Braskem discorda da decisão do Cade e a considera prejudicial à indústria brasileira”.

Para a Braskem, o mercado de PVC “é internacional, inclusive como reconhecido na própria jurisprudência do Cade consolidada há mais de uma década”. A empresa disse que chegou a apresentar soluções para as preocupações do Cade com a concorrência, mas o órgão as rejeitou.

A partir da publicação do resultado do julgamento do CADE, a companhia vai avaliar as medidas cabíveis em relação a essa decisão.

Fonte: CADE / Braskem

Importante encontro bianual entre as grandes marcas do setor do plástico e os principais transformadores de produtos, en...
14/11/2014

Importante encontro bianual entre as grandes marcas do setor do plástico e os principais transformadores de produtos, engenheiros e especialistas do Brasil e do mundo já tem data marcada!

Acesse: www.feiplastic.com.br

10/10/2014

Start-up americana aposta na produção de precursor do PET a partir do CO2

Conversão de CO2 em garrafas de plástico
Startup consegue produzir químicos a baixo custo utilizando dióxido de carbono.

Uma startup norte-americana angariou 15 milhões de dólares para desenvolver tecnologia que converte dióxido de carbono (CO2) em produtos químicos. A Liquid Light vai utilizar como matéria-prima o CO2 que resulta da atividade humana – e deste modo contribuir para reduzir, à sua escala, as concentrações deste gás de efeito de estufa.

A solução técnica é inovadora e explica-se, em traços gerais, da seguinte forma: o dióxido de carbono é recolhido de fontes industriais (uma fábrica, por exemplo) e através de um sistema de catalisadores obtêm-se outros elementos químicos. Ou seja, geram-se produtos necessários utilizando pouca energia e sem recorrer a processos poluentes, além de reduzir as emissões de dióxido de carbono, o qual contribui para o efeito-estufa.

Este método permitirá criar vários tipos de compostos químicos que têm como base átomos de carbono e oxigênio (presentes na molécula de CO2), além do hidrogênio, mas a primeira aposta da Liquid Light é a produção de etilenoglicol, um composto utilizado, entre outros processos, na produção de garrafas de PET. A empresa estima que o mercado potencial é da ordem de 87 bilhões de dólares.

A importância desta nova técnica é reforçada pela escala que pode vir a ser alcançada. A startup norte-americana afirma que a abundância da matéria-prima e o custo de produção do etileno glicol pode reduzir o preço final em 80%.

Esta tecnologia responde parcialmente ao problema global da acumulação de dióxido de carbono na atmosfera, o principal responsável pelo aquecimento global. Há vários anos que muitos cientistas procuram soluções, enquanto as emissões continuam a aumentar e a capacidade regenerativa da floresta diminui. A captura e retenção do CO2 em minas ou poços secos de gás e petróleo, situados a grande profundidade e isolados por camadas de rocha sólida, é um processo eficiente mas caro e não reconverte o dióxido de carbono como fazem as plantas, apenas o “esconde”. Por isso esta nova técnica resolvem-se dois problemas com uma solução: aproveita-se o CO2 poluentes para produzir compostos e materiais úteis.

Fonte: Abiplast / Observador

Endereço

Salvador, BA
41820-770

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