Ugt Brasil

Ugt Brasil União Geral dos Trabalhadores (UGT) é uma central sindical fundada em 2007
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03/08/2026

O recesso parlamentar terminou oficialmente no dia 1º de agosto, mas deputados e senadores só devem retomar as atividades presenciais em Brasília na semana de 10 de agosto, quando está previsto o primeiro esforço concentrado antes das eleições.

A expectativa é que esse calendário seja cumprido e que, finalmente, pautas importantes para a população voltem a avançar no Congresso. Entre elas, o fim da escala 6x1, uma demanda que impacta diretamente a qualidade de vida de milhões de trabalhadores brasileiros.

Até o fim do período eleitoral, o calendário prevê sessões em apenas duas semanas: de 10 a 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro, com o objetivo de votar matérias pendentes nas duas Casas.

Os trabalhadores seguem aguardando que temas urgentes deixem de ser adiados e avancem na agenda do Congresso.

03/08/2026

A inteligência artificial e a automação estão transformando o mercado de trabalho em uma velocidade impressionante.

E o presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah (Ricardo Patah), está aqui para lembrar que o avanço tecnológico não pode ignorar uma regra básica: máquinas não consomem.

Se o mercado elimina postos de trabalho e achata salários, quem vai comprar o que a própria tecnologia produz?

O futuro precisa ser sustentável para as pessoas. A inovação deve servir para melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora, abrindo espaço para a redução da jornada de trabalho e o fim de escalas exaustivas, e não para aprofundar a desigualdade.

A dignidade humana deve estar em primeiro lugar.

O que você pensa sobre o avanço da tecnologia nas relações de trabalho? Deixe sua opinião nos comentários.

30/07/2026

As novelas costumam comprovar aquele clichê de ‘a arte imita a vida’.

E, infelizmente, essa cena impactante de “Quem Ama Cuida” deixa claro que a transgressão dos limites dentro do ambiente de trabalho acontece mais vezes do que a gente imagina, especialmente entre homens em posição de poder e mulheres subordinadas.

70% das vítimas registradas de assédio sexual e moral no trabalho são mulheres, que compuseram 12.812 novos processos em 2025, um número cerca de 40% maior em comparação ao ano anterior.

Os dados evidenciam a dimensão do problema, que afeta diretamente um setor da população que cresce e ocupa espaços cada vez mais relevantes no mercado profissional, porém ainda sofre quatro vezes mais desse tipo de conduta abusiva, com impacto mais intenso sobre mulheres negras e de menor renda.

A UGT não somente age na defesa dos direitos de todos os trabalhadores, mas reconhece as batalhas específ**as que minorias sociais enfrentam ao adentrar espaço que historicamente as excluíam.

A verdadeira justiça trabalhista só existe quando as individualidades de quem mais sofre a desigualdade são colocadas no centro da luta sindical.

30/07/2026

Assinamos embaixo da fala do Gil do Vigor!

Como chamar de ociosos os 37,1 milhões de funcionários CLT que relatam trabalhar mais de 41 horas semanais? E quanto aos trabalhadores informais, que ultrapassam 48 horas de atividade por semana, sem benefícios ou estabilidade? Sai pra lá!

O trabalhador brasileiro pode ser chamado de resiliente, criativo, carismático… Mas nunca preguiçoso!

A desigualdade que o Gil fala no vídeo não pode ser deixada de lado quando falamos da rotina do trabalhador, pois é a fundação da estrutura social de hoje.

A ineficácia de políticas públicas e auxílios para criar mais oportunidades (especialmente para quem não nasceu em berço de ouro cof cof) pode desencorajar muitos, mas é preciso enxergar: pessoas pobres estão diariamente lutando contra um sistema que não foi criado para eles!

Salve esse vídeo para quando precisar lembrar que você está dando o seu máximo dentro da sua realidade!

29/07/2026

O show da Xuxa no último fim de semana despertou uma onda de nostalgia. Enquanto a nave da “Rainha dos Baixinhos” fazia muita gente voltar à infância, a gente lembrou de outra coisa que também vem de muito tempo e atravessa gerações: a luta por uma jornada de trabalho mais humana.

Os baixinhos cresceram e hoje fazem parte dos milhões de trabalhadores que continuam esperando por uma conquista básica: dois dias de descanso por semana.
Aí a gente olha para o Senado e pergunta:
Que show da Xuxa é esse?

Até quando vão continuar travando a pauta do fim da escala 6x1?

Seguimos na luta para que essa conquista finalmente saia do papel e chegue à vida de quem trabalha.

O que acontece diante das câmeras em uma Copa do Mundo é só a ponta do iceberg. A verdade é que o racismo e a misoginia ...
29/07/2026

O que acontece diante das câmeras em uma Copa do Mundo é só a ponta do iceberg. A verdade é que o racismo e a misoginia atravessam o dia a dia do trabalhador brasileiro.

Férias remuneradas, jornada de trabalho regulamentada, descanso semanal e um ambiente livre de assédio não são “caridade” ou “benefícios”: são direitos garantidos pela lei e pela história.

As maiores ferramentas de proteção contra os abusos do cotidiano sempre foram a informação e a organização coletiva. Quando o trabalhador conhece os seus direitos e se une aos seus pares, a injustiça perde espaço.

Trabalhar não deveria custar a sua paz mental, muito menos a sua dignidade.

Comente abaixo o que você achou do que aconteceu na Copa desse ano.

28/07/2026

No programa ‘Sem Censura’, a jornalista Fátima Bernardes fala abertamente sobre as dificuldades presentes na vida corrida de milhões de brasileiros, que vêem as suas existências resumidas ao trabalho.

Se Bernardes, que é conhecida nacionalmente pelo seu trabalho e possui recursos econômicos para viver confortavelmente, ainda sente que não há tempo pra nada, como f**a a vida dos brasileiros que sobrevivem à essa escala desumana?

O debate contra a 6x1 vem ganhando cada vez mais adeptos, inclusive fora da esfera política, e esse movimento é essencial para viabilizar essa pauta em todos os veículos possíveis e relembrar que é possível uma distribuição mais justa das horas de quem trabalha.

Tempo para a família, para explorar os próprios interesses e opções profissionais, ou para somente recarregar as energias é direito básico, e quem nega isso está desumanizando a população trabalhadora e excluindo-os de uma vida digna.

Você concorda com o fim dessa escala? Comente abaixo!

28/07/2026

No trecho de “São Paulo: Sociedade Anônima”, o protagonista Carlos caminha pela metrópole enquanto uma série de preocupações martelam em sua cabeça: trabalhar, cumprir dezenas de obrigações, posicionar pessoas de sua vida de forma estratégica e produtiva, e não conseguir fazer nada além disso.

Apesar do lançamento em 1965, o longa não deixa de dialogar com a realidade atual de milhões de brasileiros, que enfrentam jornadas exaustivas, responsabilidades quase inesgotáveis e a sensação de que nunca há tempo o suficiente para existir como pessoa.

Quem trabalha na escala 6x1 vive a materialização desse sufoco: seis dias dedicados à máquina urbana e apenas um para tentar recuperar as forças. A vida pessoal vira apenas um detalhe espremido entre a rotina e o cansaço.

A engrenagem não para de girar e simula o espaço do trabalhador no sistema, como uma peça que movimenta a outra indefinidamente, enquanto o protagonista da cena prossegue sem escolha, visivelmente angustiado.

Aos poucos, a rotina deixa de ser um caminho para uma vida melhor e passa a consumir a própria existência do trabalhador.

Trabalhar para viver ou viver para trabalhar? Quando será diferente?

27/07/2026

Enquanto o presidente do Senado encontra tempo para agendas festivas e até dancinhas, milhões de trabalhadores brasileiros continuam aguardando que uma pauta muito urgente avance: o fim da escala 6x1.

Quem trabalha seis dias para descansar apenas um não pode esperar indefinidamente.

A pergunta continua a mesma: quando o Senado vai colocar essa pauta na agenda?

27/07/2026

35 anos depois da criação da Lei de Cotas, ainda estamos discutindo o básico: o direito de pessoas com deficiência acessarem o mercado de trabalho em condições de igualdade.

Incluir não é apenas contratar. É garantir acessibilidade, combater o capacitismo e criar oportunidades reais de crescimento.

A defesa da inclusão, do trabalho digno e do cumprimento dos direitos das pessoas com deficiência é uma das bandeiras da UGT e dos sindicatos afiliados, que seguem atuando para construir um mercado de trabalho mais justo, acessível e igualitário para todos.

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