RESET CAR Lavagem de carros

**** Cuidados básicos com seu veículo *****Fique atento aos cuidados básicos com seu veículoNa maioria dos casos, gastos...
15/12/2015

**** Cuidados básicos com seu veículo *****

Fique atento aos cuidados básicos com seu veículo
Na maioria dos casos, gastos com o veículo decorrem da falta de manutenção que amplia desgastes, danif**a peças ou partes mêcanicas e impossibilita o funcionamento do veículo.

A manutenção preventiva envolve menor investimento e evita situação de constrangimento, insegurança ou gastos imprevistos devido a pane mecânica.

Evite surpresas e custos elevados. Manutenção é sinônimo de economia. Fique de olho nos exemplos e dicas da Autocar:


1. CORREIA DENTADA:

A troca de correia dentada deve ocorrer de acordo com a recomendação do fabricante (informada no Manual do Veículo). No caso de dano por desgaste, pode envolver um custo entre R$ 2.000,00 (veículos a gasolina) a R$ 6.000,00 (veículos a diesel). Quanto custa a troca preventiva??? Em torno de R$ 180,00 a R$ 300,00... Economia básica de 85% do seu dinheiro, sem considerar a indisponibilidade do seu veículo por uma semana... Vale a pena?Programe logo a verif**ação deste item no seu carro...


2. ÓLEO E FILTROS:

A permanência de itens como: óleo de motor, óleo de freio, filtros de óleo, ar e combustível, por prazo superior ao recomendado pelo fabricante implica diretamente no funcionamento do motor e consequentemente, na segurança do usuário, considerando que são itens de fundamental importância na manutenção dos sistemas veiculares.






3. AR CONDICIONADO:

Em função das atuais condições climáticas e pela própria segurança pessoal, tem sido comum o uso prolongado do ar condicionado veicular. Deve ser dada atenção especial à troca do filtro de cabine, obedecendo à periodicidade recomendada pelo fabricante (informada no Manual do Veículo). Sugere-se ainda, a higienização regular do sistema com foco na prevenção e eliminacao de ácaros, fungos e bactérias altamente prejudiciais à saúde. Dica custo zero: USE O AR QUENTE A CADA 15 DIAS PELO PERÍODO DE 15 MINUTOS A FIM DE PROMOVER A ELIMINACAO DA UMIDADE DECORRENTE DESTE USO CONTÍNUO. Veja mais detalhes sobre o assunto:
http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/12/sujeira-no-ar-condicionado-do-carro-prejudica-saude-e-custa-caro.html


4. PNEUS:



Na troca de pneus, consideramos como regra de segurança manter os pneus mais novos na traseira do veículo com foco aderência e atrito adequados. Veja mais detalhes sobre o assunto:
http://revistaautoesporte.globo.com/Autoesporte/0,6993,EAD1596313-1683,00.html






5. BANCOS:

Mesmo os revestidos de tecido sintético, que são bem mais resistentes, mancham. Vazamentos de produtos químicos, alimentos líquidos ou pastosos e barro encabeçam a lista dos maiores responsáveis pela sujeira. Para uma limpeza profunda, procure uma empresa de confiança para a lavagem. Os de plástico podem ser limpos com um pano úmido. Porém, é importante não deixar que a sujeira, ou a poeira em excesso, se acumule. Bancos revestidos de couro também necessitam de cuidados. Para limpá-los, use um pano umedecido. O couro de boa procedência é impermeável e não encharca, nem f**a quebradiço com o tempo. O ideal é hidratar o couro com vaselina líquida a cada seis meses. Retire o pó e aplique a vaselina. Tire o excesso e espere três horas até o couro absorver o produto. Em regiões mais quentes e úmidas, essa manutenção deve ser feita a cada dois meses. Procure estacionar sempre à sombra, pois o sol tende a ressecar o couro, causando rachaduras irrecuperáveis em sua superfície. (Fonte: 4 rodas)

6. LATARIA:

Nos carros atuais, ela já vem bem protegida de fábrica contra ferrugem e outros agentes nocivos ao metal. Também não é difícil conservar a lataria do veículo contra poeira ou barro. Contra acidentes ou vandalismo isso já é bem mais complicado. Riscos, batidas de porta em estacionamentos ou ainda pequenos amassados que aparecem por alguém ter encostado no carro acontecem com frequência. O mais importante é não deixar o conserto para mais tarde. Isso pode signif**ar prejuízos maiores que os da batida. Pequenos retoques, “martelinho de ouro” e outros recursos são facilmente encontrados em serviços de reparos rápidos para resolver esses problemas. Procure fazer sempre, no mínimo, dois orçamentos antes de ordenar o serviço.


7. LIMPADOR DE PÁRA-BRISA:

É um equipamento de primeira necessidade. Seu bom funcionamento é sinônimo de segurança, em dias de neblina ou chuva. Verifique periodicamente a pressão do braço do limpador, a borracha das palhetas (se ela passa e deixa marcas no vidro, está na hora de trocá-las), bem como o jato do esguicho de água do para-brisa.




8. LUZES:

O bom funcionamento das luzes é fundamental em um veículo e pode evitar situações de perigo. E não só os faróis. Lanternas, piscas, luzes de freio e de ré, iluminação interna, luzes do painel, bem como a fonte de energia – a bateria –, devem ser constantemente checados para que não haja surpresas. No caso da bateria, observe se os cabos estão oxidados (geralmente há o acúmulo de um pó pastoso esbranquiçado), ou se estão frouxos ou soltos.


9. PINTURA:

A pintura lisa ou sólida é a mais comum (e mais barata) e usa apenas pigmentos de cores. Utiliza-se laca ou esmalte para essa camada. Na pintura metálica, a tinta recebe a chamada carga de efeito, ou seja, laca acrílica e pigmentos de alumínio que deixam a superfície brilhante. A pintura perolizada leva pó de pérola e pigmento de mica (de origem mineral), que tornam as cores mais intensas. Embora a formulação das tintas tenha evoluído consideravelmente nos últimos tempos, tornando a superfície pintada mais resistente ao ataque de produtos químicos, certos cuidados devem ser tomados para mantê-la em ordem. Lave sempre que pegar poeira ou barro, após transitar em estradas de terra ou sob chuva. Não utilize querosene nem solvente. O ideal é usar um detergente bem suave, lavando e enxaguando rapidamente toda a superfície. Não deixe secar ao sol. Encerar e polir com regularidade, no mínimo a cada 90 dias, é importante para conservar a pintura e a boa aparência.

Começando o serviço...
14/12/2015

Começando o serviço...

14/12/2015

Saiba sete dicas para não errar com o óleo do carro:

Para quem vai pegar a estrada nas festas de fim de ano, uma das prioridades na revisão do carro é o óleo. Componente fundamental para o bom funcionamento do motor, o lubrif**ante, porém, é cercado de mitos e dúvidas.

Veja, abaixo, sete dicas para não errar na hora de conferir, comprar ou trocar o óleo.

1 - Troca

Ela deve ser feita quando atingir o período recomendado pelo fabricante. Essa informação está bem clara no manual do proprietário. Se você ainda não sabe, consulte o manual. Além do prazo, lá consta o tipo de óleo e quantos litros devem ser usados. Quase todas as montadoras recomendam antecipar a troca de óleo em carros com “uso severo”. Isso vale, principalmente, para veículos que andam muito em engarrafamentos.

2 - Completar o nível

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chegar a hora da troca do óleo, deve-se completar o nível. Não há nada de errado nisso. As montadoras consideram normal baixar de meio litro a um litro de óleo a cada 1 mil quilômetros rodados, dependendo do modelo.

3 - Local

O óleo do carro deve preferencialmente ser trocado num posto ou oficina. A medição do nível deve ser feita em um local plano e com o motor frio, preferencialmente após 10 minutos do carro parado. Se o nível estiver entre o mínimo e o máximo, não há necessidade de completar.

4 - Temperatura do motor

Para a retirada do óleo na hora da troca, é bom o que o motor esteja quente. Assim, o óleo f**ará mais fluido e fino.

5 - Filtro

Sempre que trocar de óleo, troque também o filtro de óleo. Isso irá garantir que seu motor não fique impregnado por impurezas.

6 - Óleo preto

Esqueça aquela história de que óleo preto signif**a que está velho. Pelo contrário, se está preto é porque está lubrif**ando corretamente. O que vale são os prazos de troca que constam no manual do proprietário.

7 - Óleo velho

Sim, óleo f**a velho. Caso o motorista rode pouco e não alcance a quilometragem estipulada para a troca, precisa substituir o lubrif**ante após seis meses. Depois desse prazo, o óleo velho pode prejudicar a bomba de óleo, que é a responsável por manter em dia a lubrif**ação do motor do carro.

PROMOÇÃO DE INAUGURAÇÃO
14/12/2015

PROMOÇÃO DE INAUGURAÇÃO

Endereço

Porto Alegre, RS
90550-150

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