ATUAL Dedetizadora- Excelência em controle de pragas

ATUAL Dedetizadora- Excelência em controle de pragas ratos, baratas, aranhas, escorpiões, formigas e etc.

04/02/2014

IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA

Baratas, formigas, ratos e cupins. Quem não sofreu por causa
da visita indesejável desses animais. Eles chegam de mansinho, se
instalam, e quando você percebe a casa está infestada. São as chamadas
pragas urbanas. Esses bichinhos são extremamente perigosos. Aos ratos são
atribuídos cerca de 30% dos casos de incêndios com causas desconhecidas.
As formigas carregam os vírus e bactérias que causam as infecções
hospitalares, sem falar das baratas, que podem transmitir hepatite e
hanseníase.


1.0 BARATAS



As baratas se reproduzem o ano inteiro, mas no verão a sua
incidência é muito maior. Recomenda-se que, próximo ao verão, as pessoas
comecem a fazer um monitoramento e ao surgimento da primeira praga
faça o trabalho de controle, que precisa ser permanente.

Doenças

Depois da mosca doméstica, são os animais que mais
transmitem microrganismos causadores de doenças, podendo transportar
cerca de 40 tipos de bactérias patogênicas (que causam enfermidades).



4Habitat

Apenas 35 espécies possuem hábitos adaptados aos domicílios
e com importância para a saúde, sendo encontradas também em armazéns,
depósitos, residências, locais comerciais e industriais e onde estiver o
homem. As demais são silvestres.

Curiosidades

• Para cada barata que se vê a luz do dia, existem em média
50 escondidas, pois passam até 75% do seu tempo
abrigadas em seus esconderijos;
• As baratas tem dispersão passiva. Podem adentrar no
ambiente transportadas junto às embalagens; e
• Um casal de baratas, no período de 1 ano, pode gerar até
100 mil descendentes, sendo que nos países tropicais, como
no Brasil, esse número é facilmente ultrapassado.

Como Evitar

Evitar os 4 A’s – Acesso, Abrigo (rachaduras, buracos e
frestas de parede, armários, rodapés e batentes de porta), Água e Alimento.
Infestações de baratas estão associados ao estado precário de higiene.

11/09/2013

FORMIGAS- pragas urbanas

As formigas podem ser transmissoras de doenças?

Pela alta capacidade de proliferação e pela fácil locomoção de toda a colônia, as formigas são uma das pragas urbanas mais frequentes e um dos principais alvos da dedetização, tanto em imóveis domésticos, quanto públicos e industriais.

Quem nunca se chateou com o ataque de formigas na cozinha de sua residência? Mas, muito mais grave que encontrar formigas no pote de açúcar são as complicações que esses insetos podem causar à saúde pública.

Em hospitais, por exemplo, a formiga atua como um perigoso vetor, ou seja, como um veículo que transporta germes patogênicos ou parasitos, tornando-se hospedeira intermediária de microorganismos como fungos e bactérias, causando a transmissão aos seres humanos, principalmente, de sérias infecções hospitalares.

Atraídas por alimento, as formigas instalam seus ninhos próximos aos locais onde vivem humanos. O surpreendente é que a comida pode variar desde o tradicional pote de açúcar, entre tantos outros produtos consumidos, quanto pelo lixo produzido, diariamente, que pode ser, até mesmo, o hospitalar altamente contaminado.

Nas residências a ameaça das formigas, que não deixa de ser grave, tem menores proporções que os prejuízos que elas podem causar nos hospitais.

A baixa imunidade dos pacientes internados, por exemplo, f**a ainda mais ameaçada com o trânsito desses insetos no local que possui inúmeras doenças transmissíveis.

Para ambos os casos – em residências e hospitais – a primeira medida para prevenir o aparecimento de formigas é optar pela higiene e limpeza constantes, que evitam o acesso do inseto ao alimento.

Outra importante ação é checar e vedar possíveis frestas em pisos, azulejos, rodapés, entre outros locais que podem servir de ninho para as formigas.

E, se nenhuma dessas iniciativas preventivas solucionarem a invasão dos insetos, tornando-se uma praga no local, a dedetização torna-se indispensável.

24/08/2013
23/08/2013

CUPINS

Os cupins são insetos conhecidos por nós pelo hábito de se alimentarem preferencialmente de celulose, atacando papéis, livros, estruturas de madeira, ou qualquer outro material derivado deste composto.

Os cupins existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem. Restos fossilizados destes insetos já foram encontrados em formações geológicas datadas de 55 milhões de anos. Durante todo este período, os cupins têm desempenhado um papel fundamental na natureza, na decomposição de matéria orgânica, contribuindo para a incorporação de nutrientes e fertilidade do solo.

No entanto, desde que o homem começou a construir habitações e outras estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A própria denominação "cupim" é mais antiga que o Brasil, tendo sua origem na língua Tupi e signif**ando "montículo", em referência ao formato do ninho de uma determinada espécie de cupim encontrado no interior do Brasil.

É interessante frisar, porém, que existem muitas espécies de cupins e sua fonte de alimento pode variar bastante - existem cupins que comem raízes de plantas ou fungos, por exemplo. Assim, é importante saber identif**ar a espécie a ser controlada, diferenciando cupins que não causam prejuízos ao homem (úteis na manutenção da cadeia alimentar na natureza) dos cupins que causam danos ao patrimônio privado, histórico ou cultural do homem.

O texto que apresentamos aqui procura ajudá-lo na identif**ação dos cupins e dos danos que causam, contribuindo para que encontre uma solução para os eventuais casos de ataque.

Cupins de madeira seca e Cupins Subterrâneos: os dois principais grupos
Conforme comentamos, existem muitas espécies de cupins que podem ser agrupados de diferentes maneiras. Dependendo da localização e do formato do ninho, podemos citar, por exemplo, os cupins de montículo, responsáveis por prejuízos na lavoura, os cupins de madeira podre ou úmida, os cupins de madeira seca, os cupins arbóreos, os cupins subterrâneos, etc.

Para simplif**armos nossa abordagem trataremos, de uma maneira genérica, de dois grupos de cupins que são conhecidos por causarem grandes danos econômicos ao homem: os cupins de madeira seca e os cupins subterrâneos.

Como o nome indica, os cupins de madeira seca são os cupins que fazem o ninho na própria madeira seca, ou seja, toda a colônia encontra-se na madeira seca que, ao mesmo tempo, serve de abrigo e de alimento.

O cupim subterrâneo, por sua vez, faz o ninho no solo, geralmente próximo a uma fonte de umidade ou alimento. Assim, diferente dos cupins de madeira seca, os cupins subterrâneos saem do ninho em busca de alimento.

Estes dois grupos de cupins apresentam comportamentos completamente diferentes entre si, e conhecer este comportamento e a sua biologia é fundamental para que possamos entender as estratégias recomendadas para o controle destes insetos.

23/08/2013

Os cupins são insetos conhecidos por nós pelo hábito de se alimentarem preferencialmente de celulose, atacando papéis, livros, estruturas de madeira, ou qualquer outro material derivado deste composto.


Os cupins existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem. Restos fossilizados destes insetos já foram encontrados em formações geológicas datadas de 55 milhões de anos. Durante todo este período, os cupins têm desempenhado um papel fundamental na natureza, na decomposição de matéria orgânica, contribuindo para a incorporação de nutrientes e fertilidade do solo.

No entanto, desde que o homem começou a construir habitações e outras estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A própria denominação "cupim" é mais antiga que o Brasil, tendo sua origem na língua Tupi e signif**ando "montículo", em referência ao formato do ninho de uma determinada espécie de cupim encontrado no interior do Brasil.

É interessante frisar, porém, que existem muitas espécies de cupins e sua fonte de alimento pode variar bastante - existem cupins que comem raízes de plantas ou fungos, por exemplo. Assim, é importante saber identif**ar a espécie a ser controlada, diferenciando cupins que não causam prejuízos ao homem (úteis na manutenção da cadeia alimentar na natureza) dos cupins que causam danos ao patrimônio privado, histórico ou cultural do homem.

O texto que apresentamos aqui procura ajudá-lo na identif**ação dos cupins e dos danos que causam, contribuindo para que encontre uma solução para os eventuais casos de ataque.

Cupins de madeira seca e Cupins Subterrâneos: os dois principais grupos
Conforme comentamos, existem muitas espécies de cupins que podem ser agrupados de diferentes maneiras. Dependendo da localização e do formato do ninho, podemos citar, por exemplo, os cupins de montículo, responsáveis por prejuízos na lavoura, os cupins de madeira podre ou úmida, os cupins de madeira seca, os cupins arbóreos, os cupins subterrâneos, etc.

Para simplif**armos nossa abordagem trataremos, de uma maneira genérica, de dois grupos de cupins que são conhecidos por causarem grandes danos econômicos ao homem: os cupins de madeira seca e os cupins subterrâneos.

Como o nome indica, os cupins de madeira seca são os cupins que fazem o ninho na própria madeira seca, ou seja, toda a colônia encontra-se na madeira seca que, ao mesmo tempo, serve de abrigo e de alimento.

O cupim subterrâneo, por sua vez, faz o ninho no solo, geralmente próximo a uma fonte de umidade ou alimento. Assim, diferente dos cupins de madeira seca, os cupins subterrâneos saem do ninho em busca de alimento.

Estes dois grupos de cupins apresentam comportamentos completamente diferentes entre si, e conhecer este comportamento e a sua biologia é fundamental para que possamos entender as estratégias recomendadas para o controle destes insetos.

21/08/2013

ESCORPIÕES

Os escorpiões diferem dos outros aracnídeos por terem palpos compridos, além da característica cauda longa e perigosa. Os palpos funcionam como pinças grandes e poderosas, que podem ser usadas para segurar e dominar suas presas. São muito sensíveis ao tato e ao deslocamento do ar, devido à presença de cerdas muito longas e finas.Os escorpiões também podem possuir maior número de olhos que outros aracnídeos, algumas espécies chegando a possuir até seis pares, embora não seja comum.
O corpo do escorpião é constituído por uma parte mais volumosa, o tronco, e por outra mais longa e estreita, chamada "cauda". A carapaça que constitui o tronco sem apresentar segmentação é chamada prossoma e engloba o cefalotórax, que não apresenta uma cabeça distinta. A parte que constitui o abdômen é o opistossoma e é bastante segmentada, chegando a apresentar doze segmentos. O opistossoma divide-se em mesossoma, porção abdominal que faz parte do tronco, e metassoma, porção formada pelos cinco segmentos posteriores. Estes constituem a cauda, juntamente com o telso, o último anel. A cauda termina como um aguilhão e é através deste ferrão que o escorpião inocula sua peçonha. No cefalotórax localizam-se os dois olhos medianos, na saliência cômoro ocular, e os olhos laterais, de cada lado da carapaça.
Os escorpiões só atacam o homem quando se sentem acuados e em circunstância de defesa. Para que um acidente com escorpiões não ocorra, devem-se tomar algumas medidas básicas de prevenção. Veja a seguir:
Sacuda e examine calçados e roupas antes de usar;
Mantenha limpos os locais próximos a residências evitando acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção;
Mantenha o habitat familiar livre de baratas, que são reconhecidas como um dos principais alimentos dos escorpiões nos centros urbanos.
Não coloque mãos e pés dentro de buracos, montes de pedras ou lenhas;
Use sempre calçados e luvas nas atividades rurais ou de jardinagem;
Use telas e vedantes em portas e janelas;
Use ralos protetores;
Crie aves domésticas em zonas rurais, que agem como predadores naturais;
Em áreas sabidamente escorpiônicas, mantenha as camas a uma distância mínima de 10 cm das paredes.

16/08/2013

Contrate o serviço de profissionais especializados na remoção e extermínio de pragas urbanas em seu imóvel residencial ou estabelecimento comercial"

Endereço

Avenida Ulisses Guimarães, Condomínio Marinas, S/n/Cleriston Andrade
Paulo Afonso, BA
48603-465

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