27/02/2017
Tratamento de piscinas:
Adeus Cloro...
Benvindo Ozônio!
Quem não gosta de curtir uma piscina para dar uma relaxada no stress do dia a dia?
Está mais que comprovado que os exercícios físicos praticados na água ajudam a desenvolver a coordenação motora, o tônus muscular e o controle respiratório dos indivíduos.
A forma mais tradicional de tratamento da água de piscina é o Cloro. Durante anos os malefícios causados à saúde dos usuários de piscinas, por causa do uso do Cloro, foram deixados de lado em detrimento às vantagens econômicas. O Cloro pode causar nos usuários fortes reações alérgicas, irritações nos olhos e mucosas, descoloração dos cabelos entre outros inconvenientes. Além do mais o Cloro pode reagir com outros elementos formando
subprodutos: os Organoclorados, comprovadamente com características cancerígenas.
A utilização do Ozônio no tratamento de águas de piscinas é largamente difundido na Europa. Nos Estados Unidos 65% de um total de 3 milhões de piscinas, já utilizam o Ozônio como purificador. Atletas Olímpicos se negam a utilizar piscinas onde o Cloro é usado, pois conhecem os danos causados pela longa exposição a esse produto.
O Ozônio é um poderoso bactericida, algicida, fungicida e viricida. Destrói os micro organismos presentes na água 3.120 vezes mais rápido que o Cloro. Além disso não irrita a pele, olhos ou mucosas dos usuários: justamente porque sua ação oxidante produz como subproduto apenas oxigênio.
No mundo de hoje, onde o saudável e o ecologicamente correto estão pedindo passagem, nada mais natural do que a substituição do Cloro pelo Ozônio no tratamento da água de piscina. As vantagens do Ozônio são um fato comprovado e parece ser só uma questão de tempo para que ele assuma o papel principal nessa área.