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Olá mageense, você conhece a historia do  Grêmio Esportivo Fábrica da Estrêla ????Grêmio Esportivo Fábrica da Estrêla é ...
23/01/2024

Olá mageense, você conhece a historia do Grêmio Esportivo Fábrica da Estrêla ????
Grêmio Esportivo Fábrica da Estrêla é uma das agremiações mais tradicionais do esporte mageense.
Fundado por operários nas instalações da antiga Fábrica de Pólvora Estrêla (hoje IMBEL - Indústria de Material Bélico do Brasil), no dia 1º de maio de 1954, o Grêmio Esportivo Fábrica da Estrêla é uma das agremiações mais tradicionais do esporte mageense.
Em meados dos anos 80, a seleção brasileira de jogadores juniores (hoje chamada SUB-20) fez um jogo-treino contra o clube, quando estava em preparação para as Olimpíadas. Fazia parte da seleção nessa época, jogadores como: Bebeto, Dunga, Geovane, Mauricinho, Jorginho, Paulinho entre outros. A seleção venceu o jogo, dando uma goleada de 5 a 1. Porém, o destaque do jogo, foi o gol de honra feito pelo jogador Tequinho (quase do meio de campo) e os três lençóis seguidos que o jogador Rossi deu no craque Geovane (na época, jogador do Vasco da Gama).

o clube era o centro das badalações, no município de Magé, na época dos grandes bailes, quando recebia grandes orquestras. Vários artistas famosos fizeram shows inesquecíveis ao longo do tempo. Mas, o auge do clube mesmo foi durante os anos 80, quando artistas e bandas como: Lulu Santos, Renato Russo, Cazuza, Kid Abelha, Barão Vermelho, A Cor do Som, Ed Motta, Cidade Negra, Fundo de Quintal, Bebeto, Roupa Nova, Elymar Santos, Jovelina Pérola Negra, entre outros grandes nomes da Música Popular Brasileira, se apresentaram para muitas pessoas que vinham de vários lugares, procurando diversão.

você viveu essa época ? conheceu alguém especial ? comente aqui pra gente saber um pouquinho desse momentos inesquecíveis.

O desbravamento da região de Magé data dos primeiros tempos coloniais do Brasil. Em 1565, após a expulsão dos franceses ...
22/01/2024

O desbravamento da região de Magé data dos primeiros tempos coloniais do Brasil. Em 1565, após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro, Simão da Mota é agraciado por Mem de Sá com uma sesmaria e edifica sua moradia no Morro da Piedade, próximo do qual, ainda hoje, existe o porto de mesmo nome, a poucos quilômetros da atual sede municipal.
Alguns anos depois, Simão da Mota, com outros portugueses e inúmeros escravos, transferiu-se para a localidade Magepe-Mirim, de onde se originou a atual cidade de Magé. Na época, viviam na região índios da tribo dos Tamoios, os quais não restam mais vestígios. A povoação foi elevada à categoria de freguesia em 1696. Próximo também se desenvolveu, a partir de 1643, a localidade de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, que foi reconhecida como freguesia em 1755.

Devido ao esforço dos colonizadores e à fertilidade do solo, Magepe-Mirim e Guia de Pacobaíba gozaram de uma situação invejável no período colonial. Tanto numa quanto noutra, o elemento negro, introduzido em grande número, muito contribuiu para o desenvolvimento da agricultura e elevação do nível econômico local. Em 1789, Magé foi elevada à categoria de vila, obtendo, assim, sua emancipação, em 7 de junho de 1789, e instalação, em 12 de junho do mesmo ano, com território constituído de terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive as ilhas do arquipélago de Paquetá, na Baía de Guanabara. No ano de 1810, foi a localidade tornada Baronato e no ano seguinte, elevada a Viscondato. Em 1857, foram lhe atribuídos foros de cidade.

Para que se avalie a importância desse município, durante o Segundo Império foi construída em suas terras a primeira estrada de ferro da América do Sul. Inaugurada, em 1854, a Estrada de Ferro Mauá, depois E.F. Príncipe Grão-Pará, ligava as localidades de Guia de Pacobaíba e Fragoso, numa extensão de 14,5 km.

Em terras mageenses, o desbravador Bernardo Proença abriu, em 1726, o caminho das pedra que se tornou a primeira ligação entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais, quando os viajantes gastavam quinze dias para atingir Vila Rica embrenhando-se do litoral para a serra. Os desbravadores puderam conhecer a riqueza de uma terra fértil, generosa e rica em minerais. A partir das fazendas e dos engenhos, de pequenas capelas, surgiram os povoados que também se transformavam próximos das instalações militares que defendiam a Baía de Guanabara dos ataques de piratas e mercenários. Para se alcançar a Freguesia embarcava-se na Praça XV, numa falua (pequena embarcação), navegava-se até à foz do Rio Inhomirim, de onde se atingia o Porto da Estrela, que surgiu no final do século XVII, em Inhomirim (6º Distrito de Magé), com a construção da Capela de Nossa Senhora da Estrela dos Mares.

Com a abolição da escravatura, houve considerável êxodo dos antigos escravos, ocasionando terrível crise econômica. Esse fato, aliado à insalubridade da região, fez com que desaparecessem as grandes plantações, periódicas ou permanentes. O abandono das terras provocou a obstrução dos rios que cortam quase toda a baixada do território municipal, alagando-a. Daí originou-se o grassamento da malária, que reduziu a População local e paralisou por várias décadas o desenvolvimento econômico da região.

Sua localização privilegiada, próxima a cidades importantes, trouxe novo surto de desenvolvimento, no século XX, com a implantação de várias indústrias, especialmente as têxteis. Em 1992, Guapimirim, então terceiro distrito de Magé, adquire sua autonomia, havendo uma redução expressiva do território mageense.

Endereço

Casa
Magé, RJ
25900-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 11:30 - 03:00
Terça-feira 11:30 - 03:00
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